Exmº. Sr.Nada
Venho por este meio autopsiar vosso terreno, que doura no castanho irreflectido de prepotências além sequiosas. Pestanejo de vertical para com canetas de cor castanha, brilho no horizonte sem horizonte e imagino-me, só a mim, eu próprio. Declaro por meios sujos, de solas corrompidas de odores castanhos e restos putrefactos, que, sem margens para qualquer dúvida, estou de linearmente com risco acastanhado. Daí, por ventura, dizem-me os meus guerreiros sem boca e sem pio, de espada entrelaçada no medo que lhes pago em troca de sangue, que é meu dever e direito apoderar-me de seus serviços e serviçais, modestos ou não, assassinos ou simples tons de algo que nunca mais terão. No Nada quero o nada para que eu, Sr. Vazio, cresça e desenvolva o meu estatuto de criador de cenários castanhos.
Anteriormente, na aldeia Inércia, uns monstros de tons que não castanhos, cresceram, magnânimos, disseram-lhes. Hoje não são mais do que castanho! Bravos guerreiros! Beberei o nada ao almoço. Ao fim da tarde espero-vos de nada em mão, simplesmente com o convite que juntamente vos envio para que sejas tratado não com requinte mas como requinte. Sem mais de momento e atenciosamente,
Vazio
”
Who says NO?
ResponderEliminardirect loan