MANIFESTO DO TU

Em trintões de palavras rasuradas nas linhas paralelas ao incógnito, descrevo em pontos essenciais a história que multiplica a arte do castanho.
Ponto primeiro: nunca Tu.
Ponto segundo: se nunca Tu, talvez ele.
Ponto terceiro e último antes do quarto, que desce em ventanias sociais que exploram risos simétricos à hipocrisia salteadora de mentes descobertas por si próprias mas que alienadas profetizam falhas absurdas: se nem Tu nem ele quem mais do que…
Ponto quarto: Eu, de nome Vazio, tratado por Senhor, acastanhado a olho nu, num cavalo de cenoura crua e azul que satisfaz a sede de saborear o simples pavor de répteis corcundas.
Em triliões de palavras, lá estão, mosquitos moribundos, afundados na podridão angélica, cheirando e sentindo o acostumar de valores periféricos a um só motivo, que anteriormente, foi conquistado. Motivo? Já não…Nada, agora é nada. Os meus guerreiros que o digam, melhor, que se mostrem.

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