MANIFESTO DO TU


Em trintões de palavras rasuradas nas linhas paralelas ao inógnito, descrevo em pontos essenciais a história que multiplica a arte do castanho.
Ponto primeiro: nunca Tu.
Ponto segundo: se nunca Tu, talvez ele.
Ponto terceiro e último antes do quarto, que desce em ventanias sociais que exploram risos simétricos à hipocrisia salteadora de mentes descobertas por si próprias mas que alienadas profetizam falhas absurdas: se nem Tu nem ele quem mais do que…
Ponto quarto: Eu, de nome Vazio, tratado por Senhor, acastanhado a olho nu, num cavalo de cenoura crua e azul que satisfaz a sede de saborear o simples pavor de répteis corcundas.
Em triliões de palavras, lá estão, mosquitos moribundos, afundados na podridão angélica, cheirando e sentindo o acostumar de valores periféricos a um só motivo, que anteriormente, foi conquistado. Motivo? Já não…Nada, agora é nada. Os meus guerreiros que o digam, melhor, que se mostrem.
No escorpião da terra, a tartaruga consumidora ultrapassa a simples formiga, por respeito, delicadeza e fósforos queimados. O cheiro de um queimado é quase sobrenatural na tentativa inultrapassável de melodias autónomas. Destas razões os palitos cenouras azuis, uma vez mais acastanham-se, por referência ao bico alarmante de um simples lápis. A promessa do agrafar contrariedades, tornam-se em estudos literários que por sua vez, criam, relaxadas e surpreendentes taxas de mortalidade, de baixas corpulentas e chaves esqueléticas.
De novo entram os mosquitos moribundos… queimam, picam e só um seio, mulher ou não mas de preferência, automatizam o redor do cenário. O Sr. Vazio, por sua vez, descontente, muda um estado de espírito para patamares absurdos, impossíveis de alcançar por tretas terrestres mas… acastanhadas. O manifesto da Tinta, é distribuído por ardinas, aspirantes a pegadas luares que sabem eles, ai se sabem, que a inóspita crueldade de uma folha é o relançar de novos desafios.
Num cenário castanho, num equilíbrio angelical, passo a passo, numa velocidade que nem físicas e mundos se acostumam por cobardes nos chamarmos, o seu peluche, inequivocamente, é a sua maior arma…

1 comentário:

  1. Hola... sólo vine a decirte que aún existo. Aún no tengo internet en mi nueva casa, pero en unos dias mas estará listo... besos desde cuernavaca... Pao

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