A MENTIRA DA TINTA ( COMO MANIFESTO OU COMO COMO)

Uma torrada amarela pergunta a sequela do correr a um sistema intencional de questões relacionadas com a merda da idealização da entrega solar (como solas), ao nada. A resposta é a mesma. Os guerreiros de bocas, como sabemos, tornaram fácil essa resposta: “…”!!!
Pornograficamente, ler o jornal do dia anterior é o mesmo que o ler agora, mas a questão de ler o jornal de amanhã é o que revemos neste preciso momento. O senhor Vazio é um mestre. Tratemo-lo assim. Ele gosta, ele quer, ele manda. Obediência, lembram-se?
Na pincelada que custa a reparar, o branco, suposto branco, chora de impotência, aquando da transformação de uma volta do “se calhar”. “Sete torradas para a mesa número setenta e três mil.”. A que soa o Inferno? A que sabe o céu? Ambos castanhos, mesmo cenário, mesmas questões, tudo diferente. “Sem manteiga!”, com livros de bolso e fósforos de Macau, de quinas e duques na manga e um ás na testa repleta de mordidas de mosquitos moribundos irreflectidos ,que zombam a colocação de notas, de colcheias num azedume de ambientes controlados outrora pelo nada. Ultimato é uma palavra chave mas só a chave, mesmo que surreal, entrega a portada inteligente de uma cerveja convincente, a um enorme porte de merda chamado Sr. Qualquer Coisa. Sr. Vazio vs Sr. Qualquer Coisa. Não perca. Em exibição num cenário antes criado.
Receber o petróleo longínquo da imensidão solar laranja, fina e redonda é a coroação do querer e do poder ter querido. Diferente mas com a mesma finalidade. A sucessão acontece. Cair numa cratera será o mesmo que cair na podridão gasta de uma cor também gasta, que pensa ela ser amarela quando não passa de castanha. Mudar o cenário? Na universidade da Introdução, aprende-se que a partir daí o mentor da mentira não será quem a utiliza mas sim a ferramenta, talvez a finalidade, para sempre a cor. A maior mentira do mundo não é a falta da verdade, é simplesmente a verdade.

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