...Prévia ao Nada, o Depois ...

Gritar os nomes dos guerreiros não sagrados das terras castanhas que forram as paredes do cenário real da paisagem, é uma missão deste caro Senhor. Por e através de listas manchadas por bocados de cenouras acostumadas a celebrar vitórias batoteiras, um a um, são chamados para que presença seja o sinónimo de morrer por uma causa. Em sentido, com verticalidade áspera e crua, um passo dão em frente em sinal de obediência, pois como não só a palavra indica, a obrigação gera a obrigação de estarem obrigados e n final, seja ele qual for, dizer nada e ainda um obrigado.
Com a melodia rancorosa percorrendo veias achatadas e com musgo crente em diferentes cenários e após chamada incessante, partem, guerreando com uma simples pedra castanha até a uma simples nuvem também castanha. À frente, em jeito de rei de um só olho, o Sr. Vazio canta, apelando a forças que não necessita, que por vezes não existem, e até, ironia das ironias, não criadas por ele. No fundo, e na tona, são enganos, publicidade enganosa, para que o sigam sem questões. E não é que consegue? Combater, segundo ele diz, andar e andar, por musgos inerentes às forças que não existem, reconhecer e agradecer, viver e sempre morrer, no nada, com o nada para todo e todo nada. Diz ele, grita o Sr. Vazio, que no nada está o inimigo, que o nada são eles, guerreiros congelados e hipnotizados, que o nada atravessa o nada, independentemente do cenário que nada tem, que nada possuí.
Matematicamente, para que nada falhe, para que o tudo falhe, matrizes são distribuídas com cálculos oníricos e falsos mas que criam a simbologia necessária para que virem à esquerda ou à direita.
Imaginem um pedaço de terra no cimo de uma nuvem… o abismo é a constante. Quando assim é, porque é, o sinónimo passa a ser, simplesmente, tudo… mas também castanho.

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