No rematar de um lado para o outro, o tempo pára, tudo fica no mesmo lugar e a cor, essa cor, acastanha-se por comodidade. Comodidade torna-se lei e é imposta como regra fundamental e inquestionável. Lei transforma-se em arrepio que destrói a coluna mental do vazio, do borrego e do flamingo. O arrepio por sua vez, lembra a sugestão de biliões, triliões de guerreiros a mando do Sr. Vazio, que não perde um único momento. Não é omnipresente, não é um Deus…
Na mala, comprada por vinte e dois cêntimos, o desfigurar de mudos chatos e surdos lentos perdem-se no encontro de lenços, caixinhas mágicas, pensos, dinheiro difícil e mais e mais pestanas. “Pede um desejo” – gritam energicamente enquanto engolem cuspo arrepiado numa cozinha de cama estrelar e de arrastos prolongados por questões de cachecóis amarelados. Confrontam-se os dentes. O amarelo é a moda. A moda é o amarelo. A música está nos olhos, o click do isqueiro faz com que te venhas sem qualquer propósito ontológico ou mesmo fundamentalista. No fundo e uma vez mais na tona, a sucessão de coisas torna o Sr. Vazio questionável perante o que vocês lêem e vêem e quando assim é, perante palavras que hoje são repudiadas por sociedades, não sociedade, ele grita a plenos testículos hormonais: “Fodei-vos… por favor.” Por favor, pois a educação é o principio de toda uma sucessão putrefacta ou mesmo pura. A tinta é que mente…(!!!)
José...
ResponderEliminar