O fim de estampa, devaneio… clareza de planeta com errata consciente

Tic Tac!!!
É o relógio de pulso das cenouras não-livro que sintoniza a vontade de estar com a podridão existente na rede inóspita de um animal que conjuga as mesmas fezes quase que ordinárias na língua de um predador com cérebro atónito. Revelas pormenores em teclas de instrumentos fundidos como a lâmpada do espaço onde habita, torna-se hábito e tradição secular. É pois, na escuridão, que lembra o porquê de se auto massacrar com mosquitos há muito mortos, ainda por enterrar. Moribundo é, até que não o seja, lógico. No entanto, a lógica não é para aqui chamada, a não ser que… a não ser que não seja lógico.
Tic Tac!!!

Os Ponteiros dormem… ressonam mil e uma legendas, para que interpretados sejam, dão e tiram com vontade, tal e qual a vontade de uma folha branca no exacto momento em que decide não o ficar. Não há remédio! Só corda ou energia, que o abalam persistentemente, com cornos de bosta fria e bonacheirona que reluz na tal escuridão. Em cambalhotas espaciais se desdobra com o objectivo de alcançar um novo feito, feito esse que apareça nas revistas cor de rosa. A preto escrevem mas o que transmitem não é dessa cor. Risca e Risca e volta a Riscar. Letra maiúscula para que te quero, grita descontroladamente. Alarme!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Percebe-se esse momento. Está feliz… pudera! Nesse momento, até as máquinas pensam, até as pessoas pensam. Uma pedra, uma qualquer pedra é agora um ideal, é uma inteira poltrona de pequenos bichos estonteantes e em festa, completamente embriagados com o sentido fino e clássico do próprio acontecimento.
Aguça-se a inteligência e o analfabetismo de uma casca solta-se qual foguete nos tímpanos mágicos e no pulso dormente do escrivão mor e do escrivão aprendiz, que lê e lê até perceber o que ali faz. É a província da vaidade e do não, não quero.
Pum!!! Pum!!!

Não há mais Tic Tac…
O alarme parou, sem remédio e sem veneno.
A desconsolação como critério de vida… não… não á história do gato sapato nem tão pouco da varinha mágica com nariz de palhaço. Provavelmente nem uma história é… provavelmente (porra com as probabilidades) nem um segundo a mais poderá existir… a menos, muito menos.
Tecla, tecla, tecla por entre bonecos entroncados de rasuras economicamente moribundas, em cenários risonhos, por vezes, perdidos no lixo entre dedos, perdidos na imensidão da melodia do piano manco, que mal vê, mal ouve mas que se separa no corrimão do conhecimento de causa esplêndida, é assim um factor desta entidade. Os outros factores de cores garridas, lutam entre si para se sobressaírem, querem-se mostrar independentemente da chuva castanha que se ri no horizonte de um verão quente, de um Agosto num ano ponto, num dia ponto…
E assim começa… foi o “era uma vez” desta marginalidade tornada mais que realidade, de dente em dente, de anestesia em anestesia, de cabelos húmidos no vento de cenouras…humm… cor de rosa com pintas azuis, no roçar se sorrisos escondidos pois “auto mostrar-se” delinearia uma futura acção não ainda pronta, o que por sua vez resultaria num pecado escrito e descrito nos evangelhos das naturezas, dos “tem que ser assim”.
Em aspas e raspas, canetas e lápis, em dias ou em minutos, a conclusão navega, passeia-se, vaidosa e confiante de óculos no bolso e carteira na mão, de sobretudo roto e desfigurado planeando um caminho que tritura passos de coragem e passos esqueléticos. De correntes empunho, mastiga a tosse que aparece aquando de uma gota maravilhosamente torneada, que bate e volta a bater nas jangadas de papel de chá preto, escolhendo um vazio, virgem de qualquer mosquito ou cagada humana que está patente no oceano tecnológico a que tudo se propôs. Oceano este que deixará de existir quando a sua memória de elefante em pulga se tornar, quando o preto lhe vestir e quando… não, isso não escrevo. Seria como plantar meias e crescer orelhas… Seria como cortar um dedo e sangrar na imaginação.
Cravo-lhe as unhas e mais um boneco surge, espalhando aroma de cenoura azul, mas desta vez com pintas rosa. Castanhos vibram enquanto a chávena de um café é esquecida por linhas de pensamento completamente diferentes das iniciais.
O toque, o vibrar causa arrependimentos magistrais nas bocas de um túmulo escrupulosamente bronzeado por um calor e brilho de novas e sensoriais pernas de lagos e lagares alcoolizados por mestres pictóricos vindos lá do longe, lá dos olhos que teimavam em ser vistos, quer pelo passado quer em qualquer outro tempo.
Esquisito no esquisito, mas com uma bola vermelha e uma batata esquizofrénica planeou a construção de um calculismo linear à separação da cauda do piano manco. É a relação que improvisa retirando uns óculos mágicos de virtualidade casual para uma mordida alta em golas baixas.

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