A mirar o longínquo tropeção da facilidade, rejuvenesce a odisseia do equilíbrio, fustigado por balanças, incolores e trapezistas. Outrora, no adeus da liberdade, convocaram olhares terrestres para conjugar o corpete da vaidade, o corpete sujo e alienado de boas memórias. Os mesmos olhares, castigados pela lua andante e boquiaberta, emprestaram-se de sorriso aberto à maquiavélica distracção do incolor. Pinceladas absorvidas pela animosidade contrastaram com os tumultos que a situação provocara. Jaz em mente aberta, esse tal rejuvenescimento mas é mentira quando se auto proclama de sossegado. No sossego, sim, aí sim, qual habitat natural qual quê, obedece às regras estranhas do alcançar alicerces fumados e irrequietos onde a esperança não é mais que o cadáver espinhoso da não verdade, e sistematiza, programa o esplendor da destruição que provocará.
Que lindas rosas e flores amarelas com as joaninhas e as abelhas embelezando, que esplendorosa relva brilhando debaixo do sol que nos aquece, que lindo céu azul que cerra nossas cabeças livres de mal dizeres e artefactos quase vivos, que belo casal que se beija e fazem promessas de amor junto à fonte de água fresca enquanto os passarinhos cor de terra fazem o ninho nas telhas das bonitas casinhas construídas com ardor e suor proveniente do cofre do banco da terrinha. Foda-se!!! O tropeção está agora à mão de semear!!! Até a bota da ironia cobre a distância. Até a melodia do guarda-chuva encobre o sol. As casas desabam enquanto os passarinhos vestem o uniforme, o casal é feito prisioneiro e a água transforma-se em areia roxa, sem equívocos, de peito feito, como se quisesse mostrar que sempre assim foi.
Mira-se agora o tropeção da facilidade como se as pestanas fossem… tão perto está que quase faz parte de um qualquer corpo. Agora sim, equilibra-se o equilíbrio. Quebram-se relógios e balanças, o trapézio é a visualização da não mentira. Jaz em mente aberta, esse tal rejuvenescimento que proclama o desassossego.
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