O saco de quatro rodas muniu-se de parafusos simétricos enquanto a neve do chão se transferia em várias frentes. Várias cores existiam e várias cores se atormentavam na relíquia do encanto de um movimento rotineiro. Um parafuso se enroscava à medida que a pedra do tormento se calçava. Dois parafusos se enroscavam à medida que um passo era decidido e tomado. Consecutivamente, naturalmente, a construção do império era o alicerce-mor do P.P.E.. Mas não escrito ou anunciado qual boa-nova qual quê, estava sim, destinado, num daqueles conceitos que definem a intervenção moral e típica num pressuposto posto de socorro.
Ainda munido e já com várias frentes cobertas, a irrisória colocação de animais encantados passou despercebida e a manutenção do parágrafo descritivo, continuou, num avassalador faz de conta azul. Torneado pelo aspirar constante das palavras más, o parágrafo rapidamente se alargou, numa ironia quase que perfeita. Sabia-se que o vício e a necessidade de artimanhas e respostas prontas era uma co-existência, peculiar é certo, mas habitável, na toca desfeita da sabedoria.
Um furo. Não existe sobressalente. O saco não pára. Os parafusos enroscam-se igualmente. O Plano marcha e a cenoura aquece. A neve derrete, mas só numa frente. Naquela que não está atrás (momento específico da construção). O cubículo sem verso adensa miseráveis gotas de chuva extensas e de fato, com gravata, às riscas e manchadas de sangue, também este de fato e gravata. Desce do saco munido mas agora, vulnerável, olha e pensa, pensa e olha... Sobe para o saco.
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