Desfilou entre tábuas sem medo ou receio. Deslizou entre corpos sem guerra ou raiva. Sorriu entre olhares e teias de tecido verde acastanhado. Lembrou-se do que teve e do que tinha agarrando firmemente o que tem. Largou margens de saudade e arrepiou caminhos esqueléticos na maratona diária e constante do confronto pêlo/alegria. Assassinou a tristeza ardente que a consome e bufou o fumo da acção com calma e destreza, que lhe confere assim, a brava alcunha de guerreira. A lágrima surgiu.
Fechou os olhos e bocas, abriu mentes e sorrisos, apadrinhou novos seres e escreveu o seu destino em pedra emprestada. Calçou conjugações estranhas e imperfeitas, cobriu-se de calor e assumiu o vento do norte que ria e ria e ria e ria. Partiu um dedo, calçou uma bota natural e na sintética e cilíndrica passada da morte, viveu. Como nunca ninguém viveu.
Tudo após, após tudo, vida e vida, respiro a respiro, vento a ar e ar a vento, a morte desaparece, no nevoeiro das princesas nebulentas e arrepiadas em que torres se constroem, em que alvoroços ouvem a destreza do truque amaldiçoado que será nada mais nada menos do que o seu futuro com meias de lã e mosquito fardado. De nó engavetado mostra a hora do poste que marca a presença da multidão que rasura as ideias enérgicas do deslizamento vida e vida, ar e ar...
No mesmo desfile, a pista é formada por cadeiras saltantes e pulantes, com números escritos a sangue, sangue este, derramado através dos mesmos escritos peludos e assinados com o dedo cortado. Será o símbolo, será o silêncio de rompante, qual anel de rei qual reinado de príncipe. Sangue que sangra, no futuro delineado da cadeira mancada, dançante e alucinada, que não será mais que a droga verde acastanhada da maquia humana.
Fechou os olhos e bocas, abriu mentes e sorrisos, apadrinhou novos seres e escreveu o seu destino em pedra emprestada. Calçou conjugações estranhas e imperfeitas, cobriu-se de calor e assumiu o vento do norte que ria e ria e ria e ria. Partiu um dedo, calçou uma bota natural e na sintética e cilíndrica passada da morte, viveu. Como nunca ninguém viveu.
Tudo após, após tudo, vida e vida, respiro a respiro, vento a ar e ar a vento, a morte desaparece, no nevoeiro das princesas nebulentas e arrepiadas em que torres se constroem, em que alvoroços ouvem a destreza do truque amaldiçoado que será nada mais nada menos do que o seu futuro com meias de lã e mosquito fardado. De nó engavetado mostra a hora do poste que marca a presença da multidão que rasura as ideias enérgicas do deslizamento vida e vida, ar e ar...
No mesmo desfile, a pista é formada por cadeiras saltantes e pulantes, com números escritos a sangue, sangue este, derramado através dos mesmos escritos peludos e assinados com o dedo cortado. Será o símbolo, será o silêncio de rompante, qual anel de rei qual reinado de príncipe. Sangue que sangra, no futuro delineado da cadeira mancada, dançante e alucinada, que não será mais que a droga verde acastanhada da maquia humana.
Sem comentários:
Enviar um comentário