Os profetas que questionam, açambarcaram todas as regalias provenientes da barba que teima em crescer e o povo que segue, que segue sem povo, povo continua na povoação do raio que cai, naquela linha da fronteira onde o imaginário destrói e a realidade se pacifica. É a guerra da paz. É um Sussurro que quando não se ouve prova que existe. Em caso contrário, não é mais que uma gota ou mais que a escama de um arsenal sem armas. O pudor de um Santo que anuncia e espalha tal crença passeia de mão dada no esquizofrénico estudo da condição sensorial. De mão dada quando beijada pela solução encaixada no poço da virtude sem cor. De mão dada ao questionar do Plano.
O tempo e linhas, as unhas e o cabelo, a sedução de planeamento cáustico e sedoso e até mesmo o piano que de manco se intitula assassinam a rua assassinada. Matar por matar origina devaneios que em forma de perna se mostra mas matar por duas vezes não origina mais que um duplo movimento técnico esclarecido. O céu é limpo e o esgoto povoado. Povoado pelas chamas da questionabilidade interpretativa que a gravata recortada enfeita ponto por ponto. Ponto. E rezar a deuses ou pedras, a olhares ou escritos sem caras é o mesmo que escolher o atalho do que não se ouve. À prova de Sussurros é o Plano, à prova de questões que certamente se alimentam de suposições terrestres são as suas leis mas as terapias de canoas remadas, essas, são prova que não é uma maré mas sim, e pelo tacto da língua enfeitada por diamantes de dúvidas, uma nova alínea de petrificação transpirada. E enquanto se transpira, a profecia prevalece e o murmúrio deita-se com o Sussurro de quem se apresenta respirado.
Sem comentários:
Enviar um comentário