José A. Nunes

surrealismo contemporâneo

O Audaz Plano da Perna Esquerda e o Juízo da Pegada em Jejum, Vila do Conde

http://www.radiolinear.pt/newsdetails.php?id=689

http://www.metropolis-digital.pt/PageGen.aspx?WMCM_PaginaId=27618&noticiaId=88774&pastaNoticiasReqId=32819%2C32816%2C32813%2C32817%2C32822

http://www.cm-viladoconde.pt/PageGen.aspx?WMCM_PaginaId=27647&noticiaId=52906&pastaNoticiasReqId=27569
à(s) 7/04/2011
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A Evangelização de um Deus Parido

A Evangelização de um Deus Parido
Na eira da saudade questionada elaborado foi o rim da melancolia. Na beira da simulação construiu-se o pulmão de um não-sorriso. Na tangente à pobreza moral formou-se o coração da arte efémera. E na oblíqua razão de apenas existir, tronco e membros passaram a ferro a cortina de fumo que presságios doutrinam. E desta forma, consequente e fria, húmida e irresponsável, nasce a firmeza que treme e alucina o seu portador. E este, com insegurança e de cordões atados desfigura a vida da cenoura que cor e luz lhe davam. E neste momento preciso, a merda de um calcanhar perdura na calçada que teima em realizar o arraial da ternura. Uma lua que aquece e torneia o corpo amaldiçoado, uma nuvem que transpõe a esquizofrenia social patente e uma rama que evolui na terra queimada que é a nossa mente. E é mentira! E é Deus, parido por nós, executado por eles, com reflexo de jagodes e barba esculpida. E é Deus, na oportuna altura de rastos que rasteja nas alturas de um céu das trevas e pernoita na ilusão arrebatada do portador, pecador, sonhador, realizador, pintor e um grande cabrão. A imagem é som vezes dois, quando pouco. E troveja, enquanto o membro genital superior se satisfaz com a gentileza humana que lhe é reconhecida aquando da activação do autoclismo sensorial. E agora, tudo e todos tremem. Os vulcões pestanejam lava homicida, os mares lacrimejam gotas de sangue laranja, a terra abre-se como a frágil e apetecida criação vaginal e o céu troveja espasmos de lodo ideológicos para que o portador se alimente e se conecte à... não! É mentira! E é Deus! Parido por nós. E um Deus parido é, incontestavelmente, uma absoluta verdade. No murmúrio da saliva que abocanha a triste pena do suor mentiroso, o relativo qualquer coisa reina na imensidão da possível mordida. Em contraste, fundido com a leveza do átrio mental, o objectivo qualquer coisa reina na sedução do responsável facto da memória. E no encontro que sempre acontece a verdade revela-se, nua e homogénea, calculada ao detalhe, detalhada por atalhos que encurtam o desvairio social e arrepiam longas e peludas cabras de entretenimento abusivo. Castrada à nascença mas fiel à origem é arma de arremesso e fruto apetecível, é sedutora e metodicamente respirável ao ponto usurpador do descrito. E usurpa, e usurpa e usurpa. É mentira! E mesmo assim, é verdade. É Deus. Parido por nós.

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Partículas de uma sonolenta Pietá

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Cortifólio

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Assurealejo 2015

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QUI LUX PERIT LUX FERIT
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A Transparência de Chaviera

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Projecto Letra à Tinta


Selecção Oficial Jovem Criador 2012

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" O Audaz Plano da Perna Esquerda "

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