"A Devota Consciência de uma Pele Maldita " - março

A influência que exerces não é compatível com a manhã que sonhaste na ardência de teus olhos. Lacrimejar não é lei no teu reino e assassinar parcelas de felicidade é teu lema. Esbanjar raios de oportunidades profere tua sina e mostra transparência quando transportas destinos de outrem. Pois tens esse poder, pois tens esse ardor, pois porque queres, pois porque crês.
Tua sombra está distante do que pensas enquanto materializas o odor de um movimento que emprestaste ao apóstolo da energia açucarada. Em latas vives, em pratos dormes e em lençóis de pele estudada pela maldita fome de errar, dormes. Lanças feitiços sem noção da página, lanças círculos de outrora entrelaçados nas veias das rugosas calçadas por onde caminhas. E tua pele permanece igual, maldita como o verniz estalado de tuas pestanas.
Consciente que perdura na real, crua e faminta paga da asa quebrada, automatiza hipóteses de aventuras detalhadas entre a persistência sonora e a teimosia biológica. Ser pioneira na devoção é almejar o sacrifício de cortar as unhas. Persistir no mesmo é alcançar o proposto enquanto líder se torna. Líder do corta unhas açucarado que riposta a sensibilidade da pele maldita.

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